O Paulista encontrou uma alternativa para conseguir dinheiro e tentar saldar suas dívidas, como salários atrasados: negociar parte dos direitos de seus jovens talentos.
Pelo menos três deles agora têm 30% de seu valor em futuras negociações empenhados a um grupo de investidores. O risco é para os dois lados: se o atleta “estourar”, pouco sobra para o clube. Por outro lado, se não vingar, os investidores deixam de ganhar o projetado.
Quarta-feira (18) o clube confirmou que três jogadores, cujos nomes não foram revelados, estão nessa situação. E segundo o diretor de marketing do clube, Marcos Del Roy, as negociações devem continuar. “Essa é uma estratégia usada em muitos clubes do país”, afirma.
Embora não revele os já acertados, Marcos faz propaganda de novas possibilidades, ao dizer que os meias Fabrizzyo e Nenê Bonilha são jogadores jovens com um futuro muito promissor. “Eles interessam para os empresários”, afirma. E adianta que situação de Fabrizzyo já está bem encaminhada e que ele pode ser ‘vendido’ ainda nesta quinta-feira.
“Essa é uma prioridade imediata. Precisamos acertar essa situação dos salários”, reconhece o dirigente.
O Paulista volta a campo no sábado para enfrentar o União Barbarense, fora de casa. O time de Fernando Diniz aparece na quarta colocação do Grupo 3, com dez pontos ganhos.
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