Copa Paulista: Paulista e Grêmio Osasco jogam para se manter entre os primeiros
Integrantes do G4, Paulista e Grêmio Osasco se encontram neste domingo, às 11h, no estádio Jayme Cintra, pela sétima rodada do Grupo 04 da Copa Paulista. Tentando se manter na parte de cima da tabela, ambas as agremiações partem em busca de sua terceira vitória na chave. Na segunda posição, a equipe visitante possui nove pontos, enquanto o time do técnico Wagner Lopes tem oito pontos, na quarta colocação.
Vindo de uma derrota diante do São José por 2 a 1, fora de casa, o técnico do Paulista, Wagner Lopes, decidiu mexer no time para o compromisso deste domingo. O lateral-direito Rafael Ferro e o atacante Danilo Baia deixam o time titular e abrem espaço para as entradas de Fabrizzyo e Mike. Assim, Samuel Xavier será deslocado para a lateral-direita, já que o elenco não conta com outro especialista para a posição. Na zaga, a mudança já era esperada: após cumprir suspensão automática, Junior Alves retoma o posto que, na última quarta, foi ocupado por Roberto Dias.
Após o segundo empate seguido na Copa Paulista, o técnico Pita teve uma conversa com o elenco do Grêmio Osasco sobre a dificuldade em segurar a vitória nos minutos finais. “O time tem que entrar concentrado os 90 minutos, em dois jogos aconteceu a mesma coisa. Conversamos com a equipe, temos que ter mais atenção”, afirma o treinador. A equipe vinha vencendo as partidas contra Audax e Juventus e sofreu o empate no final dos confrontos.
Para essa partida Pita só prevê a alteração do goleiro Yamada por Paulão. Os goleiros fazem um revezamento de duas partidas cada. Para o comandante esse jogo contra o Paulista é a hora de voltar a vencer, e por isso promete ir ao ataque. “Vamos para ganhar o jogo, não coloco o time para empatar”, ressaltou o treinador.
Copa Paulista 2011
Paulista
-
Grêmio Osasco
Vagner (g)
Paulão (g)
Samuel Xavier
Capone
Diogo
Bruno
Junior Alves
Eder
Correia
Rinaldo
Madson
Dinho
Wellington
Manu
Fabrizzyo
Geninho
Alan Mineiro
Guilherme
Mike
Nelsinho
Macena
Roberto Santos
Técnico
Wagner Lopes
Pita
Esquema
4-4-2
4 - 4- 2
Árbitro: Uelington Rosa Pereira
Auxiliar 1: Fabio Luiz Freire
Auxiliar 2: Marcio Jacob
14/ago - dom - 11h
1ª fase - Grupo 4
Rodada 8
Em Jundiaí
estádio Jayme Cintra
Matéria: Site da Federação Paulista de Futebol e site oficial do Paulista FC
Na torcida desde o berço
Leandro vai logo avisando que foi o primeiro torcedor do filho Mike, uma das gratas promessas do Paulista; neste Dia dos Pais, o presente que o segurança quer é ver seu filho brilhar no Jayme Cintra, talvez com um gol
Carina Reis
Agência BOM DIA
Leandro Nenatavicius não tem mais um time de coração. Para ele, a única torcida possível é por seu filho Mike, que hoje figura como atacante titular do Paulista. Ele é presidente e fã de carteirinha do “Mike Futebol Clube” e marca presença na torcida pelo time em que o filho estiver.
Ex-jogador de futebol de várzea, o segurança sempre incentivou o filho a frequentar o campo e a jogar bola. E foi este incentivo que fez Mike entrar de cabeça na profissão.
Mike veio para o Paulista aos 13 anos. Dois anos depois sua família fez as malas e mudou de Suzano para Jundiaí só para acompanhar o atleta. “Me ajudou demais, eu era mais novo e ficar longe da família é difícil”, declarou o atacante.
A decisão de largar a cidade, o emprego e vir para cá ficar perto do filho foi tomada em família, com o objetivo de dar a estabilidade necessária para Mike crescer. “Quando viemos para cá ele melhorou nos estudos”, explica.
Mas para o segurança, a mudança não foi sacrifício. “Se precisarmos mudar de novo, vamos fazer as malas e ir embora. Estamos em função do Mike”, afirma o pai determinado.
Arquibancada / Sempre que pode, Leandro acompanha o filho nos jogos. “Antes acompanhávamos mais, quando ele estava na base, porque os jogos eram aqui no Romão de Souza e em horários mais acessíveis. Agora é só quando dá.”
Com o tempo, Leandro foi aprendendo a controlar a emoção e encarando bem as reações dos torcedores. “Os caras cornetam até ele fazer o gol, depois só elogiam.”
Começo / Mike nem sempre foi atacante. No começo, aos 6 anos, ele ficava no gol e só quando o time estava perdendo é que o colocavam de centro-avante para resolver a partida. “Aí eu tive que mandar escolherem, ou ele seria goleiro ou atacante. E assim nasceu um atacante”, conta o pai.
Sonho / “Meu sonho é que meu filho seja cada vez mais um atleta reconhecido e o Paulista é a porta para isso acontecer.”
Por outro lado, o objetivo mais imediato é o Paulista vencer a Copinha e garantir uma vaga no Copa do Brasil.
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