domingo, 17 de outubro de 2010

Paulista FC

Fonte:Site Meu Paulista

Galo não vence há cinco jogos no Jayme Cintra

A derrota de neste domingo não teve reflexo na classificação do Paulista, mas serviu para engrossar uma incômoda estatística. O time dirigido por Fernando Diniz parece não assustar ninguém quando atua no Jayme Cintra, onde não vence há cinco jogos – o último triunfo foi no distante dia 5 de setembro, 1 a 0 contra o Ituano.

Em 10 jogos realizados em Jundiaí, o Galo conquistou apenas quatro vitórias, empatou quatro vezes e perdeu outras duas – o aproveitamento como mandante é de 53% dos pontos disputados. Como comparação, o time tricolor venceu sete das 10 partidas disputadas fora de casa (perdeu as outras três), conquistando 70% dos pontos em jogo.

Para Diniz, esses números não refletem a realidade do que se vê em campo. “Isso é apenas coincidência. No jogo de hoje (neste domingo), por exemplo, produzimos muito. Se jogarmos 19 vezes dessa forma, venceremos as próximas 18”, comentou.

Capitão do time, Fábio Gomes concordou com o treinador. “Infelizmente, não aproveitamos as oportunidades criadas”, lamentou. “Mas este é nosso estádio, é a nossa torcida. Aqui é nossa casa”.

Para o atacante Mike, o grande culpado pelo resultado de neste domingo foi o goleiro Klayton. “Tivemos muitas chances e não aproveitamos. Mérito do goleiro deles, que esteve muito bem”, disse.

Diniz e Gomes saem em defesa de Vágner

Vágner teve, mais uma vez, atuação contestada. O goleiro do Paulista falhou feio ao receber bola recuada e tocou nos pés do atacante, dando o segundo gol de presente aos adversários. Após o jogo, Vágner foi ‘blindado’ e não passou pela sala de imprensa. Quem o defendeu foi Fernando Diniz. “A responsabilidade de jogar assim é minha, a gente treina muito para isso”, afirmou, dando mostras de que não pretende trocar o esquema – muito menos, o goleiro do time.

Fábio Gomes usou dois goleiros revelados pelo Paulista, e que hoje fazem muito sucesso, para pedir paciência à torcida. “Quando o Artur foi lançado, errou muito e o Luiz Carlos Ferreira (técnico do time no ano 2000) o apoiou. Hoje, ele joga na Europa. O Victor também oscilou no começo e hoje é goleiro de seleção brasileira”, apontou.

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